Nos deixou tão repentinamente. Aquela senhora tão difícil de conviver e que hoje irá fazer tanta falta. Ensinando a todos que o amor também pode ser rabugento mas acima de tudo o amor é carinhoso. Doi, doi demais pensar em não tê-la mais aqui, me conforta saber que ela seguiu o seu caminho. Me conforta a sua presença, as suas lembranças, o jeito como ela falava comigo. Me conforta o papo que tivemos um dia antes de ela desencarnar em meu sonho. Saber que de alguma forma ela se fez presente e que eu fui escolhida para essa despedida. Me conforta saber que ela confiava em mim.
O amor as vezes é indiscutível, intocável, inexplicável. Cabe a cada um amar da forma que se tem que amar a cada um. O amor é algo que palavra alguma consegue transmitir, o amor é o olhar, o caminhar. O amor é estar junto quando se tem vontade de separar e unir-se mais ainda quando se tem vontade de ficar junto.
Assim seja.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O medo
Confesso que sempre busquei inspiração para escrever em um blog. Criei o "penso ao vento" para falar de experiências, e hoje o primeiro dia aqui dentro de casa após um tapa na cara e um buraco em minha vida (cheio de desafios), estou aqui com motivo para escrever todos os dias.
Ele começa com a triste história de um falecimento, tia Lina, minha sogra e mãe. A pessoa que se foi e deixou eu e meu marido orfãos de todo o luxo que ela nos proporcionou em vida. E agora sou eu e ele. Sem dinheiro para sequer pagar as contas, a Sky, a net, o condomínio etc e tal e muito mais.
Venho falar do medo em crescer, em ter responsabilidades, em ter que ter dinheiro para comer e pagar as contas. Falo do medo com medo, medo de fracassar, de perder o chão, acordar pela manhã e não poder ter planos. Medo do meu marido cair em depressão.
Apesar de tudo acredito em um amanhã melhor, pois acredito na minha força. Estou preparada mesmo com medo.
Assim seja sempre.
Ele começa com a triste história de um falecimento, tia Lina, minha sogra e mãe. A pessoa que se foi e deixou eu e meu marido orfãos de todo o luxo que ela nos proporcionou em vida. E agora sou eu e ele. Sem dinheiro para sequer pagar as contas, a Sky, a net, o condomínio etc e tal e muito mais.
Venho falar do medo em crescer, em ter responsabilidades, em ter que ter dinheiro para comer e pagar as contas. Falo do medo com medo, medo de fracassar, de perder o chão, acordar pela manhã e não poder ter planos. Medo do meu marido cair em depressão.
Apesar de tudo acredito em um amanhã melhor, pois acredito na minha força. Estou preparada mesmo com medo.
Assim seja sempre.
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